Com a Selic nas alturas, proteger seu patrimônio é essencial. Descubra como a holding familiar reduz impostos, facilita o planejamento sucessório e evita dores de cabeça com herança.
Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2025 em 14,75% ao ano. (Fonte: Agência Brasil)
A taxa Selic, definida pelo Banco Central, é a taxa básica de juros da economia brasileira e tem impacto direto em praticamente todas as operações financeiras — inclusive na compra e venda de bens, nos empréstimos e financiamentos, e também nas estratégias de proteção patrimonial, como a criação de uma holding familiar.
Quando a Selic está alta, o crédito fica mais caro.
Isso reduz o consumo e dificulta a compra de bens duráveis como imóveis e veículos, fazendo com que investidores e compradores fiquem mais cautelosos, o que pode diminuir o valor de mercado de certos ativos e imóveis, por exemplo.
Com a taxa em patamares altíssimos, tanto pessoas físicas quanto jurídicas tendem a adiar a contratação de crédito, especialmente para fins de investimento.
No contexto empresarial, negócios que dependem de capital de terceiros enfrentam maiores desafios para preservar a saúde financeira, enquanto famílias endividadas sofrem com o aumento das parcelas de empréstimos e financiamentos.
Diante desse cenário, a holding familiar surge como uma estratégia jurídica em tempos de Selic elevada. Entenda o por quê:
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Proteção patrimonial e blindagem jurídica: evita que bens pessoais sejam comprometidos em situações de inadimplência ou execução de dívidas, comuns em momentos de alta de juros;
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Planejamento tributário: permite redução legal da carga tributária sobre rendimentos e lucros distribuídos, o que se torna ainda mais relevante quando os custos de empréstimos e financiamentos sobem;
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Gestão centralizada e eficiente: facilita o controle de ativos e investimentos, o que ajuda a proteger o patrimônio em momentos de instabilidade econômica ou retração do mercado causada por juros altos;
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Facilidade na sucessão de bens: evita custos elevados com inventário (que podem ser ainda mais pesados em tempos de inflação e juros altos) e garante maior controle sobre a transferência de patrimônio entre gerações.
Conclusão
Quando a Selic está em alta, o planejamento financeiro precisa ser mais inteligente e estratégico.
Portanto, estruturar uma holding familiar é uma forma de proteger o patrimônio, planejar a sucessão e reduzir o impacto de tributos e juros altos.
Se você quer entender se essa estrutura é indicada para sua realidade, o ideal é contar com advogados especializados no assunto.
O escritório Agostini & Soares Advocacia é referência nacional em planejamento patrimonial e sucessório com holding familiar, ajudando famílias a tomar decisões inteligentes mesmo em cenários econômicos desafiadores.